 | Decisões | Jul 18, '08 11:21 AM for everyone |
E o que não faz uma pessoa decidida na sua vida, huh?
*e estou praticamente pensando e escrevendo... hueuhehue. Autismo sentiu saudades xD
Então, parte do meu problema se foi (parte, mas uma boa parte). Também já era mais do que hora, né. Ou talvez seja a hora certa, até. ;]
Mas é engraçado como a gente joga as coisas fora, não? Não mais, eu espero.
Acho que ando muito sensível... Normalmente eu tentaria enfrentar críticas e ironias com bom humor, mas hoje não consegui... E já é a segunda vez... Isso não parece hipersensibilidade? Ou talvez seja pessoal mesmo... Enfim, só espero que eu não tenha que escolher.
 | 4 | Jul 8, '08 4:16 PM for everyone |
4 anos ou 4 dias? Eu dirIA 4 anos. Talvez no fundo eu ainda diga. Mas os 4 dias foram mais rápidos e eu comecei a ceder... Será que quebrarei minha própria promessa? o.o
"Você entrou na dança, agora dance Você escondeu o jogo, faça seu lance Foi você quem escolheu viver de romance Agora não me venha dizer Que esse jogo não foi feito pra você" [Canastra - Eu Te Disse]
Burle Marx é o meu novo ídolo!
Fomos hoje visitar o sítio dele... Amante das artes e das plantas, precisa mais? :P E as pinturas dele bem geométricas, adorei! Muitas folhagens nos jardins e uma estrada de pau-ferro! Ele também usava pedras de demolição... refez uma fachada de um depósito de café que foi demolido usando as pedras originais e um lustre com restos de garrafa e de puxadores de gaveta! Foda, muito foda. =D
"As paixões humanas são misteriosas, e as das crianças não o são menos que as dos adultos. As pessoas que as experimentaram não as sabem explicar, e as que nunca as viveram não as podem compreender. Há pessoas que arriscam a vida para atingir o cume de uma montanha. Ninguém é capaz de explicar por quê, nem menos elas. (...) A paixão de Bastian Baltasar Bux eram os livros. Quem nunca passou tardes inteiras diante de um livro, com as orelhas ardendo e o cabelo caído sobre o rosto, esquecido de tudo o que o rodeia e sem se dar conta de que está com fome ou com frio... Quem nunca se escondeu embaixo dos cobertores lendo um livro à luz de uma lanterna, depois de o pai ou a mãe ou qualuqer outro adulto lhe ter apagado a luz, com o argumento bem-intencionado de que já é hora de ir para a cama, pois no dia seguinte é preciso levantar cedo... Quem nunca chorou, às escondidas ou na frente de todo o mundo, lágrimas amargas porque uma história maravilhosa chegou ao fim e é preciso dizer adeus às personagens na companhia das quais se viveram tantas aventuras, que foram amadas e admiradas, pelas quais se temeu ou ansiou, e sem cuja companhia a vida parece vazia e sem sentido... Quem não conhece tudo isto por experiência própria provavelmente não poderá coompreender o que Bastian fez em seguida."
"No dia 17 de outubro do ano passado, o deputado Henrique Afonso (PT-AC) apresentou à Câmara dos Deputados o Projeto de Lei PL-2231/2007, que insere o Artigo 26-B na Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, estabelecendo a obrigatoriedade do ensino da História e da Cultura dos Povos Indígenas em todas as escolas do país. A proposição complementa o artigo 26-A da mesma lei, que torna obrigatório também o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira."
Eu estava muito feliz em ler essa matéria porque sou a favor da valorização do povo nativo do Brasil (pelo menos até onde conta nossa história). Mas aí li a parte: "que torna obrigatório também o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira". Caralho, esse negócio de cultura afro já está me dando nos nervos!! Se vai obrigar a ensinar cultura afro, então tem que obrigar a ensinar também cultura alemã, cultura holandesa, cultura portuguesa, etc etc etc etc. Estão fazendo da cultura africana (um termo aliás muito genérico), a cultura brasileira, e não é bem assim! Eu nunca fui racista, sempre fui a favor da integração, mas essa supervalorização cega me tira do sério. >:/
Mais um post reclamão.
Regressão como oposto a Evolução.
Por que a nossa cultura regride? Eu até entendo que as classes menos cultas não sigam as mais cultas porque, afinal, elas são ignorantes. Mas alguém me explica por favor por que as classes atuais que têm acesso a educação boa, vão atrás das culturas pobres? O que de tão fascinante tem no mundo dos desaculturados que nos faz incorporar com tanta facilidade suas gírias e sua música? Eu realmente não entendo. Você roda pelo Orkut e é neguinho escrevendo 'fala', 'começa', etc (ao invés de "falar" e "começar") como se tivessem vindo da favela! Ou uma manchete de jornal que diz: "Mané rouba posto 8 vezes e leva surra". Legal, obrigada pelo incentivo à educação e ao progresso.
"Competência gera competência. Mediocridade gera mediocridade."
Realmente tenho que começar a fazer alguma coisa.
Veja como são as coisas. Quando eu ainda estava em Pintura, eu queria cursar logo Representação da 3a. Dimensão pra não precisar fazer GDII e Perspectiva. Por motivos aí, eu não consegui fazer com o professor que queria - o Alexandre - e tive que fazer com o Francis, que acabou me deixando sem nota inclusive. Enfim, fracasso total e mudei de curso, tendo que fazer GDII e, agora, Perspectiva. Mas daí o que me acontece?!? Arrumam de última hora um professor pra essa matéria que é...... o Alexandre!! :D Ele é ótimo, daqueles que fazem você se encantar com a arte. A aula dele é uma lição de vida. Hehehe. "Competência gera competência. Mediocridade gera mediocridade. E tá faltando MUITA competência nesse nosso mundo."
Estou feliz. Inclusive porque o professor de Desenho de Botânica também parece ser muito legal. :)
 | Absurdos | Mar 26, '08 11:30 AM for everyone |
Hoje, no ônibus interno da UFRJ.
- Daniela, vem aqui! A mãe está sentada num banco com um menino no colo e a menina (de uns 6 anos) está sozinha no da frente. Vaga um assento no banco de trás e a mulher: - Daniela, vem aqui senão eu vou te bater! Vem aqui senão eu vou te machucar! - Daniela, vem aqui senão quando eu te pegar vai ser pior pra você, hein! Daí a menina resolve finalmente ir para trás, mas toma o cuidado de sentar na pontinha do banco mais distante da mãe.
Essa é uma das coisasa que mais tem me revoltado atualmente.
Êêêêêêê!!! Yoshiko está me dando aulas de pianoooo!! =D Eu ainda acho impossível tocar aquilo, mas vamos ver :P E pude vê-la tocando, coisa que sempre mas não tinha conseguido até agora. ^^
Caraca, hoje eu fiz uma coisa escrota. Mas foi a primeira vez que eu tratei alguém mal e não me senti mal com isso. o.o Sabe aquele pessoal HIV positivo que quer vender canetas e te aborda falando algo como "Olá, sou HIV positivo, posso apertar a sua mão?"? Na entrada do Shopping Tijuca sempre tem e eu ODEIO esse tipo de abordagem. Daí hoje apareceu uma mulher fazendo isso (que acho que é sempre a mesma dali). Mesmo após o Cássio já ter recusado a abordagem dela dizendo que estava com pressa, ela nos parou e veio com esse papo. Eu já tinha prometido a mim mesma que da próxima vez que viesse esse alguém querendo me agarrar, eu não ia aceitar. E não aceitei. A mulher fez a maiooooor cara de desprezo pra mim, provavelmente imaginando que eu era uma preconceituosa desinformada. Caguei. Mas eu podia ter arrumado uma justificativa verbal pra minha atitude, só pra mulher não sair desesperançosa com a humanidade, mas na hora a 'raiva' foi maior. XD É, acho que preciso trabalhar isso. :P
 Hohoho, eu preciso registrar que hoje eu fiz um bolo! =D Depois de ter feito feijão, arroz e purê de batata, hoje resolvi usar os mirtilos (blueberries) pra fazer o bolo pq mirtilos puros não são muito gostosos mas ficaram ótimos no bolo. ;) [e essa frase ficou longa demais, mas não vou editar. :P]. Só acho que talvez pudesse ter mais mirtilos. ;) Peguei a receita aqui.
Gente, pára tudo! O Heath Ledger morreu?!?! Estou chocada. Não que eu fosse supermegafã do trabalho dele, mas eu o achava um cara muito charmoso. E eu dou valor a isso porque eu conto na mão quantos caras eu acho charmosos. Daí estava vagando por um site bem inútil e descobri isso... Um absurdo! :/
E o link não tá funcionando... dane-se :P
"Em seu livro, The Outermost House, Henry Beston escreveu: Nós precisamos de um conceito mais novo, sábio e talvez mais místico dos animais. Longe da natureza e vivendo através de artifícios complicados, o homem na civilização vigia as criaturas através do vidro do seu conhecimento e vê, portanto, os detalhes de uma pena mas uma imagem geral distorcida. Nós os patronizamos por serem incompletos, pelo seu trágico destino de terem se formado tão abaixo de nós. E nisto erramos, erramos gravemente, pois os animais não podeem ser avaliados pelo homem. Num mundo mais velho e mais completo que o nosso, eles se movem completos e confiantes, dotados com extensões dos sentidos que nós perdemos ou nunca possuímos, guiando-se por vozes que nós nunca ouviremos. Eles não são irmãos, eles não são lacaios, eles são outras nações, presos conosco nesta vida e neste tempo, prisioneiros do esplendor e trabalho da terra."É bonito ver isso no vídeo. A primeira parte, a partir de 8'15". Mas também, deve ser a única parte bonita do filme inteiro.. enfim. Eu li o e-mail do Ricardo falando sobre o documentário e resolvi assitir. Pra quê... Da versão com legendas em português, que está dividida em 10 partes, eu não consegui passar da 3a., de tanto que chorava. Pior que agora toda vez que eu ver ou ouvir o Sr. Poenix, vou lembrar da parada... Bleh. http://jp.youtube.com/watch?v=VQHVCzHM-4k
Ela era uma menina de onze anos. Havia perdido a mãe muito nova e, desde então, sua família teve de se separar, indo as irmãs mais novas para casa de parentes pobres enquanto ela passaria a morar com famílias desconhecidas em troca de trabalhos que pudesse realizar. Aqui ela deveria ajudar uma senhora nos afazeres domésticos, costurando bainhas e lavando louças, sendo obrigada a terminar tudo antes de ir dormir, mesmo quando seus 'patrões' já descansassem. O marido da senhora era um feirante e reservava um pequeno cômodo da casa para dedepositar suas mercadorias. Ali, entre cachos de bananas e abóboras podres, ela estendia uma esteira de palha e dormia. Certa noite a senhora, estando grávida, disse que tinha o desejo de comer laranjas do sítio de seu tio, que era um pouco distante dali. Exigiu então que a menina saísse imediatamente em busca das laranjas e assim ela o fez. Esse tio, por medidas de segurança, sempre soltava seus cachorros à noite e a menina sabia disso, mas precisava cumprir a tarefa. Então passou rapidamente por entre as tábuas e o arame farpado da cerca e, no escuro, tateou pelos frutos. Ela ouvia os cães latindo ao longe e se apressou por colher um bocado das laranjas e logo já estava fora do cercado, caminhando de volta pra casa. Infelizmente, por não poder ver quais frutos lhe vinham nas mãos, a menina só trouxe para a senhora laranjas verdes. Irritada com o fracasso da garota, a mulher juntou suas trouxas e a pôs imediatamente para fora da casa. Sozinha, a menina tentou voltar para casa. Chegando lá, soube que seu pai havia se mudado há pouco tempo para um pensionato. Com vagas informações sobre o local, ela, que bem conhecia Bangú, se dirigiu para a rua indicada e buscou com olhar atento qualquer construção em que seu pai pudesse estar. A esta altura já estava desesperada, cansada e chorando. Então ela avistou na entrtada de uma vila um degrau alto e resolveu se sentar, entrtegando-se ao choro. Foi quando surgiu um homem, que se aproximou e perguntou: "O que houve? Por que você está chorando?", e ela: "Estou procurando meu pai, ele está morando num pensionato mas não o encontro.". "Mas como ele é?", perguntava o homem e ela: "eu não sei... o nome dele é João, João Moreira...". À menção do nome o homem identificou "Ah, mas tem um João Moreira morando no mesmo quarto que eu!", "É ele! É ele!". Assim a menina conseguiu encontrar a nova moradia de seu pai. Ele não estava lá quando ela chegou, mas o local era o certo e por ali ela pernoitou para, no dia seguinte, seu pai sair novamente em busca de um novo 'emprego'.
Embora as atitudes do pai da menina não me parecessem muito admiráveis, ela sempre diz que ele foi um pai exemplar. A menina era minha avó e talvez seja até muito injusto eu estar contando aspectos tristes da vida dela já que ela própria preferiu revelar muito pouco deles ("para não traumatizar os filhos") até bem recentemente, quando decidimos pôr em prática a idéia da biografia.
Capítulo Trinta e Três A HISTÓRIA DO PRÍNCIPE
"- E o que me dará em troca, Severo? - Em... troca? - Snape olhou boquiaberto para Dumbledore, Harry esperou que ele protestasse, mas, passado um longo momento, ele respondeu: - O que quiser."
Fiquei chocada. XD~~~
e de menos gente também, mas isso é outra história :p
Um exemplo banal disso passou até no Atlas Discovery: Brasil. A história de um menino pobre da favela, com 13 anos de idade, que tinha perdido o pai (assassinado) aos 5 anos e desde então vinha se marginalizando. Um dos passatempos dele era ficar tacando pedra nas pessoas... Os pais se preocupam - e muito - mas muitas vezes só fazem reprimir mas nunca ouvem. Daí acontece que depois o moleque acaba conhecendo um traficante, que o trata superbem, que oferece um trabalho pra ele e o elogia por cumprí-lo etc. Dê uns anos e ele estará armado matando devedores. As pessoas precisam de estímulo e reconhecimento, que os pais corujas geralmente oferecem no dia-a-dia, com beijos, parabéns e sorrisos. Mas o mais chocante de tudo é que eu descobri que isso não é tão comum quanto eu imaginava (inclusive no meio não-pobre)...
A publicidade é um meio destruidor de cultura. Ex.: "Sense and Simplicity" (Phillips) "Dove Invisible Dry" huh!
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